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Archive for outubro \28\UTC 2009

9 ÍCONES POP do CINEMA da década, eleitos pelo voto dos leitores da revista britânica de cinema EMPIRE. A mais vendida do mundo.

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A revista Empire desse mês entrou na corrida para dar capa ao ÍCONE da DÉCADA cinematográfica. Pop é claro. Qual sua escolha? São 10 capas dos respectivos candidatos abaixo.

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Cara de pau, B.A, Murdock e Anibal. Fizeram miséria na minha infância. Tá aí a versão filme pra 2010:

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EW DA SEMANA

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EW DA SEMANA

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Não é o melhor filme da carreira de Quentin Tarantino até aqui. Mas entrou no hall dos melhores filmes da década. Sem dúvida alguma.
Você hoje em dia só tem que ir ao cinema pra ver algo que realmente vale a pena. Algo que não seja igual ao que você já viu. Você já viu milhares de filmes da Segunda Guerra Mundial. Muitos bons, muitos clássicos, outros dramalhões judáicos. Você acha que já viu de tudo sobre a segunda grande guerra. Acha.

Porque até então você não viu um filme da grande guerra de TARANTINO.

O que Tarantino começou a brincar em Pulp Fiction ele revelou por vez em KILL BILL. Ele não faz filme de história, ou sobre uma história em si. Ele faz filme de filme. Nunca um filme é tão filme como nas mãos do Tarantino. Ele subverte os clichês do gênero e transforma aquilo num universo só dele. Que acontece só pra ele. Ele não leva a sério o cinema. Só nós que levamos. É isso que faz dele o melhor diretor de cinema dos últimos tempos.

Inglórios Bastardos nada mais é que uma “história” de vingança, tanto da personagem Shosanna (Mélanie Laurent, excepcional, nasce uma estrela), fugitiva judia que se esconde, sobre o disfarce de ser dona de um cinema em Paris ocupada pelos nazistas e a vingança do povo judeu nas mãos de um pelotão ultra-violento chamado de Bastardos (Brad Pitt interpretanto um RED-NECK excepcional). E é nesse cinema que que vai desencadear o plano, de numa pré-estréia de um filme nacionalista alemão, matar toda a alta cúpula de Adolf Hitler.

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Isso não aconteceu na história. E quer saber mais? Que se dane se não aconteceu. Aquilo é um filme. Quem quer história que vai a uma biblioteca ou a um Google. É aí que Tarantino se supera na metalinguagem do cinema. E o faz com grande maestria. Querer que a história verdadeira se transpasse na tela é o mesmo que pedir que qualquer artista plástico transfigure para sua tela uma imagem igual foto. Se fuder com isso.Tarantino faz o mesmo com o cinema. Não segue as regras, trabalha como autor independente de regras, construindo diálogos primorosos (A cena do Creme é fantástica, a das cartas na testa magistral). E cenas antológicas como a maquiagem de Shosanna antes de entrar no palco do cinema. Coisas que marcam sabe?

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O imprevisível em casa cena. A sensação de não saber o que vai acontecer, pois com Tarantino, tudo é imprevisível, vilões podem vencer, heróis morrerem. Tudo é inigualável no mundo dele. E é isso que é GENIAL.

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O único problema é voltar a ver filme convencial depois desse.

Filme com regra.

Com história.

Já tenho History Channel. Não preciso de lição. Eu quero é FILME.

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