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Archive for abril \29\UTC 2010

EW da semana

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Vai faltar DINAMITE pra tanta explosão nesse verão americano!

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Preconceito. É a única palavra que posso dizer de cara, o que eu “sentia”a respeito desse show premiado da FOX aberta americana. Um seriado teenager? Americanizado até a medula? E musical ainda por cima? Não tem como não ODIAR um produto assim. Enlatado, Colorido, “Logotipado”, comercializado e divulgado a exaustão na mídia expecializada.

Através de indicações fui forçado a ver esse negócio pra tentar entender e dar uma opinião mais justa sobre essa série televisiva. Seria muita prepotência julgar esse show, antes de vê-lo por inteiro. Não uns minguados 20 minutos que tinha visto dublado na fuckin TV em casa.

Pois então. A série gira em torno de um colegial extremamente caricato da américa. Tá tudo lá. O Quaterback, a cheerleader patricinha e suas amigas cheerleaders do mal, o badboy, o professor boa praça, a professora do mal e os losers, os excluídos.

Como levam a sério esse trauma escolar dos “excluídos” lá na américa do norte. Por isso só lá esses fuckin kids entram armados num colégio e estouram tudo.


Eu fui acompanhando os capítulos como um dos “winners” citados na série. Fui vendo cada capítulo com um preconceito desgraçado. Jogando os losers no lixão, jogando refrigerante na cara deles e achando que o tal clube GLEE, uma espécie de coral coreografado, não passava de uma idiotice sem graça, brega e ultrapassada.

Fui acompanhando os losers do colégio, idiotas, caricatos resgatarem músicas do cotidiano pop e transformá-las em PÉROLAS atuais e SENSACIONAIS.


Quando me vi, eu já não era mais um winner. Mas um loser. Acho que sempre fui um. Pois estava eu lá em casa abismado com a criatividade das apresentações musicais da série.

Sério.

Não. Não é um musical convencional onde a música entra de forma lúdica. A música entra na apresentação do coral e nos ensaios. E o melhor. É música POP de mão cheia. Madonna, Beatles, Credeence, Bon Jovi, Keane West, Beyonce, Lady Gaga, The Doors, Billy Idol, The Police e uma infinidade de músicas que não eram boas se transformando em números espetaculares!


Quem gosta de música é um prato cheio. E é inevitável acreditar nesse GLEE.

É pop até os gargumilhos.

Quando vi já tinha devorados seus primeiros 13 capítulos. Aturando todas as tramas clichês juvenis e os personagens INTENCIONALMENTE caricatos. Eles chegam a usar sempre a mesma roupa ou de tonalidade únicas, parecem CARTOONS.


É uma grande brincadeira com o universo pop. Criada por Ryan Murph que já nos tinha presenteado uma série fodástica, como NIP/TUCK ele desce do vinagre cítrico de NIP/TUCK e nos mostra uma série POP de primeira. Mas primeira mesmo grandeza.

Episódios iniciais são de difícil degustação pra quem quer algo muito profundo. Mas depois de vero que aquele cast fantástico de cantores jovens faz, fica fácil acompanhar o clube GLEE no derradeiro torneio que os espera.

Baita série. Mereceu os prêmios. Entretenimento de PRIMEIRA grandeza.

Eu sempre fui um loser. A quem eu queria enganar.


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CACHÉ

Imagina você no conforto da sua casa. Ou do seu apartemento. Você recebe na porta da sua casa, pela caixa de correio um saquinho de supermercado. Embalando uma fita cassete VHS. Tá! Supondo que você não tenha mais um video VHS em casa. Isso não vem ao caso agora. Mas você recebe embalado nesse saquinho um vídeo de uma filmagem compilando a frente da sua casa. O portão do seu prédio. Filmando você saindo para o seu trabalho. Sua mulher ou namorada saindo. Ou seu filho indo para o colégio. Todo dia!


Todo dia você recebe esse tape. Procura a posição da câmera mas não acha. E sempre jundo com a tal fita vem um desenho. Esse:


Nasce um FILMAÇO!
Eu vi CACHÉ de Michael Haneke. Depois de ver A FITA BRANCA fui ver outros filmes do Haneke que ainda não tinha visto. Até então só tinha visto FUNNY GAMES (as 2 versões). O cara é realmente bom minha gente. O rei em nos fazer impotentes em meio a situações que por hipótese mexem com a nossa SEGURANÇA no dia a dia.

Impressionante o que esse rabisco de trama nos leva a pensar. Mesmo desconhecendo o casal de protagonista e seu filho, da classe média francesa, é o suficiente pra você embarcar no pesadelo que é receber essas fitas todo FUCKIN DAY.


Isso vai te incomodando aos poucos e vai corroendo seu comportamento com as pessoas. É aí que Haneke acerta. O fuckin FEAR é foda mesmo. Não dá. O medo do desconhecido, de achar que alguma coisa que você fez de errado no passado pode vir a tona. Mas oque? O filme não vai te dar resposta. Nem adianta. Mas te dá 1 hora e meia de TENSÃO absoluta. Te faz trabalhar a cachola e ver que o perigo está mesmo a todo instante nos observando. Basta a porra de uma fita e um desenho infantil medonho.

Em Caché, Haneke já dá aquele show de fotografia enquadrada em painéis legais do cotidiano. Que passam despercebidos. Mas sempre com o medo de alguma coisa explodir na tela. No final chega a ser angustiante. Não sei se é um filme sobre nossa falta de segurança ou sobre o passado que cada um tem escondido pra si. Eu sei que é um filme emocionante e único. Que o não mostrar mais uma vez supera o “mostrar”.



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